12 de abril de 2010

"Prende, solta", um efeito perverso

É incrível, mas quanto mais aumenta a violência, mais juristas, OAB, e "ólogos" de todos os tipos defendem medidas que favorecem o "prende, solta" nesse país. Eis o resultado perverso dessas medidas:
Pedreiro matou jovem logo após deixar cadeia
Considerado psicopata e com isolamento requerido, serial killer de Luziânia estava em liberdade condicional; as vítimas tinham entre 13 e 19 anos
A polícia identificou Admar de Jesus como o serial killer goiano que matou seis jovens entre 13 e 19 anos desde o fim de 2009. Ele ajudou a localizar os corpos das vítimas. O laudo psiquiátrico feito em agosto – após Admar cumprir pena de 4 anos por abuso infantil – revela que o pedreiro de 40 anos é um psicopata “perigoso” que deveria ser “isolado”. Mesmo assim, foi libertado.
Em 23 de dezembro, ele deixou a cadeia da Papuda, em Brasília, porque, segundo avaliação do Juizado de Instrução Penal, já havia cumprido um terço da pena e tinha direito à progressão de regime. Estava na primeira semana da liberdade condicional quando,em 30 de dezembro, fez a primeira vítima, Diego Alves Rodrigues, de 13 anos.
Estadão (12/04/10)

2 comentários:

Julek disse...

Nossa, mais uma falha trágica da nossa justiça capenga, e do nosso estado que considera que 'cadeia não recupera preso' e, consequentemente, deixa criminosos à solta...

Eliana Gerânio Honório disse...

Boa tarde!

Achei otimo seu comentário em
no Radar Político.

Grande abraço.