24 de janeiro de 2012
Papagaios federais
8 de dezembro de 2011
Comentário de Jim Rogers sobre a economia brasileira
31 de outubro de 2011
18 de outubro de 2011
14 de outubro de 2011
A bola de neve da educação superior americana
10 de outubro de 2011
23 de setembro de 2011
O erro crasso do general genovês
A medida dificultando o hedge cambial foi duramente criticada nos mesmos dias em que foi anunciada, por gente que entende do assunto. Mas o que interessa?
Os usurpadores do trono não ouvem a ninguém, atiram nos mensageiros e declaram guerra sem antes consultar aos estrategistas.
Seguem apenas o conselho de um certo general genovês, da escola de guerra heterodoxa, que não aguentando o clima de paz entediante sobre o reino, abriu a barriga do pombo e rufou os tambores da guerra.
Logo na primeira batalha, cometeu mais um de seus erros CRASSOS.
Achou que o inimigo jamais chegaria pelo outro lado, dispensou a cavalaria porque não gostou do odor do que os cavalos dos mercenários exalavam. Era um grande problema. Para que precisamos desses mercenários, que lutam por dinheiro e uma hora estão de um lado e outra do outro?
Abriu nosso flanco. A tempestade chegou e nas primeiras saraivadas o real foi trucidado.
Sem poder contar com os mercenários, começou a sangrar imediatamente a cavalaria da reserva oficial, tentando parar aos gritos a debandada das tropas. O forte do general genovês é a improvisação. Vamos ver nos próximos dias mais episódios desta batalha
25 de agosto de 2011
Carta a Paul Krugman, o penetra de Jackson Hole
Caro Krugman,
Bernanke te decepcionou. Obama te decepcionou. Não dá para confiar nos seres humanos. Os alienígenas nos esqueceram e não vão nos atacar, como você sugeriu.
Ninguém dá mais bola para o que você fala. Os políticos chamam suas soluções de ‘açúcar’. O público fanático e ignorante descobriu que economistas como você não servem para absolutamente nada. Nem mesmo as marmotas monetárias que se reúnem em Jackson Hole te mandam um convite.
Então confie nas forças da natureza para gerar a demanda agregada que você tanto espera, para que essa contração ‘se resolva em 18 meses’.
Você, que ao contrário dos ‘fanáticos, ignorantes’ em economia, celebrou os poderes curativos do terremoto japonês sobre a economia mundial, e acredita incondicionalmente no poder da vidraça quebrada, veja que até mesmo o terremoto desta semana te decepcionou.
Vocês estão mesmo em baixa, não é fácil ser Keynesiano hoje em dia, hein?
Vamos esperar então para que o furacão Irene cause bastante morte e destruição quando chegar nos EUA, porque com isso diminui o desemprego, aumentam os gastos com a reconstrução. Vamos torcer para que cause milhões de desabrigados, e assim reativar o setor imobiliário americano.
Já que o furacão keynesiano não veio, torça pelo Irene. Aumento garantido no PIB, e especialmente do PIB per capita.





