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8 de dezembro de 2011

Comentário de Jim Rogers sobre a economia brasileira

Keene: E o que dizer da economia brasileira, com PIB praticamente estagnado? Isso é mais que uma pausa para os mercados emergentes, não é?

Jim: Pois é, é uma pena, porque sempre que as commodities vão bem, o Brasil vai bem. Aí chega a queda e eles começam a improvisar nas medidas econômicas, começam a cometer erros. Desta vez a mulher começou a errar mesmo antes do mercado desaquecer. Controles no câmbio, novas tarifas. Tarifas contra os chineses, os maiores clientes dela. Então eles já começaram a errar. É quase impossível para estrangeiros comprarem terras no Brasil. Estão improvisando com a economia, e não deveriam.


Um de meus gurus econômicos.

21 de fevereiro de 2011

Primeiros malabarismos fiscais

O governo Dilma segue na tradição do chefe e começa seus primeiros malabarismos fiscais para burlar as restrições ao crescimento do gasto estatal. Para injetar uns bilhões a mais de capital na Caixa, aquele banco estatal que coincidentemente perdeu alguns bilhões no caso Panamericano, e enterrar mais uns bilhões no BNDES, o maior banco de desenvolvimento estatal do mundo.

A maneira encontrada desta vez, que deveria dar arrepios no pessoal da esquerda, se os mesmos entendessem algo de finanças, foi repassar a estes bancos ações da petrobrás e eletrobrás para que possam ser vendidas no mercado ou dadas de garantia.

Se o governo então tiver grana, compra de volta estas ações. Mas se o pior acontecer estas ações vão ser liquidadas, o que significa uma diminuição da fatia estatal na Petrobras. Isto coloca um risco de baixa de preço na petrobrás se Caixa e BNDES e Gov. federal tiverem problemas de caixa nos próximos anos, o que parece uma boa aposta.

E o pessoal anti-privatização? Ah, esses estão bem contentes com as atuais 'boquinhas', e celebram mais este avanço do governo Dilma.

http://www.vermelho.org.br/noticia.php?id_secao=2&id_noticia=147795

13 de outubro de 2010

Inovações administrativas do PT

Dilma inova na administração pública. Assim como no Google, funcionários da Casa Civil tem até acupunturista chinês. Só que a função não existe, e ele foi contratado por amizade e sem concurso, é claro.

16 de setembro de 2010

O retorno da velhinha de Taubaté

O chapa-branca Luís Nassif publicou esta pérola defendendo Erenice Guerra, pivot de grande caso de corrupção desfraldado nesta campanha eleitoral. Faço questão de reproduzir aqui para imortalizar a cara-de-pau da criatura.

"Existem empresas de consultoria que preparam projetos para o BNDES e cobram entre 5 a 7% sobre o valor financiado. É praxe no mercado. Confundir essa taxa com propina é má fé. Segundo o empresário que denunciou, Israel apresentou uma proposta de acompanhamento jurídico de processos da empresa, que acabou não sendo assinado. Tudo em cima de declarações."

http://www.brasilianas.org/blog/luisnassif/empresario-fonte-da-folha-acabou-de-sair-da-cadeia

Comento: Realmente, Sr Nassif, estas empresas existem. E também outras versões menores com as quais a gente, que trabalha no setor privado, tem bastante experiência. Este tipo de 'consultores' de favores existe e ganha a vida ludibriando empresários Brasil afora, mesmo sem ser solicidados.

A grande maioria deles não tem real acesso ao partido. Mas sabem que vivemos em um dos governos mais corruptos da nossa história, com muito dinheiro para oferecer para as empresas certas, e por isso o blefe funciona.

Já outros 'consultores', como este que deu reportagem à Folha, chegaram bem perto da coisa real e sentiram o bafo do dragão. Sabemos que não são santos, mas tampouco o são Lula, Dilma, Erenice, e seus acólitos. Aí alguma coisa dá errada na negociação e resolvem abrir a boca.

Não somos idiotas, sabemos muito bem o papel que estas empresas de 'consultoria' possuem. Elas escolhem as palavras certas e formatam propostas com a indentação correta. Isto abre portas para o empresário, em um universo onde os orçamentos são controlados pelo governo.

A imprensa chapa-branca lulista ressuscita a velhinha de Taubaté do companheiro Veríssimo.

Governo Lula: O melhor da história. 80% de aprovação, 7% de comissão.

6 de julho de 2010

Candidata do Lula apresenta programa de governo radical 'por engano'

Essa é a cara da candidata do PT. Um pacote podre que ninguém quer abrir, e que o PT espera eleger na cola do Lulismo, sem entrar em debate sobre a 'agenda negativa' de seu programa de governo .

http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100706/not_imp576896,0.php

9 de junho de 2010

Controle da informação: um projeto a ser passado para a companheira Dilma

O jurista Ives Granda deu uma entrevista uns meses atrás no programa do Jô Soares sobre o tema do 'projeto de direitos humanos', que Lula diz ter assinado sem ler. O PNDH3 não tem nome de arma química por acaso. Visava implodir as liberdades conquistadas no Brasil ao longo de sua história.

Vale à pena ouvir ao Dr. Ives pelo seu grande preparo e didatismo. Se nosso país tivesse 1% de pessoas como ele, com certeza estaríamos mais perto da civilização e mais longe de projetos autoritários.

http://www.youtube.com/watch?v=IW7EQW1_1Kk&feature=related

29 de março de 2010

Dilma critica 'neoliberalismo' e exalta o 'estado indutor'


A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, voltou a criticar o governo anterior em seu discurso na cerimônia de lançamento do PAC 2. Ela disse que, no Brasil, existiram três modelos de Estado. O primeiro, na década de 50, era o Estado produtor, que atuava diretamente na economia e às vezes era autoritário. O segundo "foi o Estado mínimo do neoliberalismo que nos antecedeu". O "Estado do não", enfatizou. "Não havia Planejamento estratégico, não havia crescimento de investimento público e não havia parceria com a iniciativa privada". "Foi um Estado omisso", acrescentou.

O terceiro modelo do Estado brasileiro, segundo a ministra, foi implantado durante o governo Luiz Inácio Lula da Silva. "É o do Estado indutor, regulador, que cria condições para que os investimentos sejam feitos e cobra". Segundo a ministra, esse modelo respeita a iniciativa privada, não abre mão do desenvolvimento, mas garante a estabilidade macroeconômica. A regra central, segundo a ministra, é que o desenvolvimento ocorra com distribuição de renda. "Três expressões renasceram no governo Lula: planejamento, investimento e desenvolvimento com inclusão social. Deixamos para trás décadas de improvisação".

Comento: Observa-se na verdade apenas dois modelos. O da década de 50, ao qual Dilma quer retornar, é aquele no qual o estado gastava os tubos para realizar os projetos desenvolvimentistas dos seus idealizadores. O que, por sua vez, levou a uma total crise fiscal. O que, por sua vez, nos levou à hiper-inflação, que é como um estado quebrado paga as suas contas.

Finalmente, com Fernando Henrique e seus antecessores passamos por uma época bastante conturbada de ajustes fiscais, no qual medidas liberalizantes fizeram parte. Sem isso, o estado jamais poderia rolar sua dívida sem recorrer ao truque diário da hiper-inflação. E o mais irônico é que sem estes ajustes liberais eles não teriam grana hoje para fazer demagogia e plano de metas no estilo anos 50.

E depois das crises asiática e do México, depois da quebra da Argentina, veio o mega-boom, no qual o Brasil entrou atrasado. E agora estão podendo gastar os tubos novamente. Para quem sabe, daqui a uns meros 10 anos, as contas públicas entrem em um colapso total que forcem mais um ciclo de reformas.

Moral da estória: lucrar e gastar com os ajustes feitos pelos outros e falar mal do 'neoliberalismo' é fácil. O PT, sabendo que a maioria da população é ignorante, não se preocupa com questões fiscais, vende uma idéia insustentável do estado gastador sem peso na consciência. Porque quem paga imposto conscientemente por aqui é uma minoria.

Um 'estado indutor' seria um estado que colocasse as regras do jogo para a iniciativa privada entrar. Parece que é esse peixe que ela quis vender. Mas o governo deles passou muito longe disso, pois a tentação do petista governar como uma junta militar é muito grande. E inclusive regulando costumes e liberdades pessoais, que os militares faziam em nome da 'moral de dos bons costumes'. Um retrocesso e tanto.

Muita gente ficou rica na época com contatos entre empresas e governo autoritário, e não tenho dúvidas que este é o modelo almejado pelo PT.