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28 de julho de 2010

Comunista linha-dura surta na sabatina do R7

O candidato do PSOL, Plínio Arruda, que felizmente não possui as mínimas chances de apresentar um risco maior ao Brasil graças à inexpressividade do PSOL e de sua candidatura, vai até à televisão e em momento bizarro se põe a defender várias propostas radicais, como o controle da imprensa 'sem censura', quando esta cometer o absurdo de mostrar o MST com um destaque negativo no noticiário. Sua opinião é que a imprensa deva ser controlada 'sem censura' a cada 'erro' de enfoque, como segundo ele acontece no caso da 'demonização do movimento social'. Porque decerto os brasileiros amam o 'movimento social', e apenas a imprensa malvada pega no pé do MST, mostrando cenas de violência filmadas com brigas e destruições, enquanto na verdade os líderes e membros do MST são homens santos...

Deu sua total solidariedade ao ditador da Venezuela Hugo Chávez, que segundo ele representa um indiscutível progresso. Disse que a FARC só faz o que faz porque 'o governo da Colômbia é terrorista'. Em suma, a gente fica pensando, que democracia é essa em que um candidato dessa estirpe é convidado a dar suas idéias contra o próprio sistema que o respeita como candidato e o convida a dar suas idéias estapafúrdias.

Seria como chamar 'Adolfo Hiller' do PNSOL para defender que o pobre brasileiro tem que ser esterilizado, e que se eleito vai promover um programa de seleção racial, e acabar com a liberdade de credo e de imprensa, e ouvir tudo civilizadamente. Você não dá espaço civilizado para uma candidatura bárbara. Então porque o arrego com os paleo-comunistas do PSOL? A competição política deve se dar no pacífico e 'burguês' debate eleitoral democrático, dentro do escopo de paz, lei e ordem garantido por uma constituição normal de país do século XXI. Deixem a civilização para nós, burgueses, e vão lá pra guerrilha na selva cuidar da sua barbárie utópica.

Será normal que este espaço democrático seja frequentemente tomado de raposas vestidas de ovelha, como no caso do PT, que nominalmente vão dizer respeitar as regras do jogo, enquanto manobram para quebrá-las. Mas tolerar raposa vestida de raposa já é demais... Candidaturas que atentem visivelmente contra valores constitucionais ou princípios básicos contidos na constituição brasileira deveriam ser cassadas pelo TSE.

Se estivesse presente no debate, teria ganas de subir até o palco e empurrar o ancião comunista da cadeira. Qual é o ponto de discutir quando o debate sai do racional e entra na 'minha plataforma é acabar com a sua raça'? É como chamar alguém para um cafezinho na sua casa e o cara dizer que quer roubar tudo o que você tem e estuprar a sua mulher. E dizer isso na sua cara, como se fosse a coisa mais tolerável do mundo. Foi isso que o maldito Arruda fez ao falar de censura em pleno debate voluntário patrocinado pela TV Record. Um candidato desses merece é uma sapatada da platéia.

21 de junho de 2010

Coréia do Norte inicia em má hora transmissão ao vivo

O regime da Coréia do Norte isolou de tal forma o país do resto do mundo que criou uma espécie de conto-de-fadas oficial, onde o grande líder e o querido líder são uma espécie de super-herói, tendo contribuído na liderança do povo coreano de maneira sobre-humana, inclusive inventando vários dispositivos da era moderna, entre muitos outros, o forno de microondas e o holograma. Invariavelmente, estas invenções são roubadas pelos países imperialistas. Podemos fazer piada, mas isto por lá é um fato estudado na escola.

Os portugueses pegaram o regime em péssimo momento. Animados com o resultado respeitável perante o Brasil, pela primeira vez na história resolveram abrir a transmissão do jogo ao vivo. E levaram 7x0 de Portugal.

Ninguém sabe onde é que eles consiguem estas transmissões, todas piratas. Mas a FIFA, que ao longo do torneio tem buscado minimizar o assédio dos jornalistas a esta delegação tão estranha, aparentemente não liga. Só o que eles temem é que a delegação mais estranha dos últimos tempos resolva cometer alguma gafe igualmente estranha, como se mandar para a Coréia antes do último jogo, ou pedir asilo ou cometer suicídio em massa... Tudo é possível.

Mas o mais esperado é que voltem para a Coréia do Norte, onde serão saudados pelo grande líder e tranferidos para seus novos empregos nas minas de carvão.

http://soccernet.espn.go.com/world-cup/story/_/id/5311207/ce/us/north-korea-portugal-match-believed-1st-live-coverage-north-korea&cc=3888?ver=global

28 de maio de 2010

Guerra entre Coréias é iminente

A prova está aqui: O pequeno irmão do norte já realizou os preparativos essenciais para a guerra. Importou uma fábrica de cerveja da Inglaterra, e a tem expandido continuamente.

E o ocidente se preocupando com o tráfico de armas nucleares...

http://www.kcna.co.jp/item/2010/201005/news27/20100527-12ee.html

30 de novembro de 2009


Filme: O Homem de Mármore (Czlowiek z marmuru, Polônia, 1977)

O diretor Andrzej Wajda é um dos mais conhecidos cineastas poloneses, e fez carreira como cineasta em um período difícil, onde nem sempre era possível dizer as coisas claramente, por causa da censura do regime comunista. Filmes realizados nestas circunstâncias são sempre filmes difíceis. São filmes cifrados.

Uma grande peripécia de Wajda foi a realização deste filme subversivo, 'O Homem de Mármore', nos anos finais do regime comunista.

Apesar da relativa abertura, o regime estava podre, e prestes a desmoronar por causa da pressão social que culminou no movimento Solidarność de Gdańsk. Entretanto, ainda tinha forças para banir e perseguir quem quer que investigasse eventos desconfortáveis sobre a história recente do país.

Wajda teve muitos problemas por causa deste filme e sua continuação, 'O homem de ferro'. Foi perseguido, preso, e eventualmente precisou deixar o país. Que estes filmes tenham sido realizados na condição em que foram, é algo impressionante.

Este filme conta a estória de Agnieszka, uma cineasta rebelde da nova geração polonesa. Esta cineasta está determinada a contar a estória de Birkut, um operário que teria sido alçado ao status de celebridade pelo regime comunista nos anos 50.

Vemos várias imagens de propaganda oficial, que contam a estória deste lendário operário que era capaz de enfileirar milhares de tijolos em apenas algumas horas, e era exibido pelo país afora como exemplo de fervor revolucionário.

Birkut é explorado pela propaganda como modelo, e sua estátua é colocada em praça pública. Sua imagem pendurada em frente do ministério da produção. Ele passa a gozar de prestígio e reputação. Até um dia ser retirado misteriosamente de cena.

A verdadeira história de Birkut é contada através de entrevistas, e de filmagens descartadas pelo governo, que Agnieszka vai arrancando dos arquivos oficiais, com seu método investigativo tão sutil quanto uma tropa de choque.

Birkut tem uma instinto contestador, e se revolta com sua condição de fantoche. Responde com linhas fora do script. Estraga as filmagens com suas demandas.

E, pior ainda, ele mesmo passa a acreditar na imagem mentirosa de 'herói proletário'. Ele passa a ser um porta-voz dos problemas sociais de Nowa Huta, a vila socialista erguida como cidade-modelo por Birkut e seus parceiros. O herói fabricado passa a ser um herói de verdade, e isso vira um grande problema para o regime linha-dura dos anos 50.

Os esforços de Agnieszka também espelham a estória principal, pois este filme também vira um problema para o regime em sua versão posterior mais aberta.

Não digo mais para não contar mais sobre a estória. O filme é um pouco 'cult' demais, mas vale à pena conferir.