Está gerando uma repercussão internacional enorme o último vazamento de documentos sigilosos do exército americano sobre a guerra do Iraque. O que se revela à primeira vista é o forte controle de informação, tais como o altíssimo nível de baixas civis e de tortura. Por outro lado, foi confirmada a forte influência iraniana no suporte de milícias xiitas no Iraque, e bem dizer em toda a região, coisa que era tratada como mais uma conspiração americana, mas que é um risco extremamente real no oriente médio, como podemos ver pelas grandes compras de armas feita pela Arábia Saudita, entre outros indícios.
Podemos ter uma idéia de como funciona a guerra na prática assistindo ao chocante vídeo, também vazado pelo Wikileaks, que mostra soldados assustados e despreparados 'jogando videogame' com vidas de verdade.
Será que mudou a guerra? O que mudou é a tecnologia.
A tecnologia que possibilita esta nova liberdade de informação sem limites está tornando cada vez mais difícil a tarefa de esconder informações, manipular e manter segredos, e o próprio conceito de um exército nacional participando de uma agressão militar se inviabiliza perante a possibilidade que um dos próprios oficiais possa estar vazando para a internet.
A diferença entre isto e a espionagem clássica, que sempre existiu, é enorme. Cada vez mais as guerras se travam no nível da informação e propaganda.
Mostrando postagens com marcador GUERRA. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador GUERRA. Mostrar todas as postagens
23 de outubro de 2010
9 de outubro de 2010
Estão cutucando o tigre com a vara curta
Vou deixar um palpite aqui que causaria muito, muito mais pânico do que a interferência do governo da China em sua moeda, que realmente existe.
Já pensaram o que aconteceria se as relações comerciais da China com os EUA esfriarem bastante por causa de barreiras comerciais? Digamos uns 5-10 anos lá pra frente. Aí eles não vão ter qualquer incentivo para comprar ou manter sua posição em títulos americanos. Eles já tem comprado outros ativos no mundo todo nos últimos anos, com grande preferência por ativos tangíveis.
Só que eles vão ter que converter rápido 2 tri $ de títulos americanos em outros ativos, principalmente ativos reais, para não levarem um calote americano ou dos outros que vão de embalo atrás da desvalorização. Estou projetando este cenário de beggar-thy-neighbour e de conflito entre os bancos centrais e os governos para uns anos na frente.
Aí imaginem a indignação americana ao ver a américa sendo comprada pelo governo da China, e o repeteco piorado da mesma coisa que aconteceu nos anos 80 com investidores japoneses comprando grandes marcas americanas.
Imaginem que os títulos americanos hoje são em grande parte lastreados por propriedades imobiliárias. Será que quem tem grande parte destes títulos não pode querer trocar pelo colateral sob risco de desvalorização?
Imaginem que políticos americanos façam qualquer coisa que impeça o governo da China de trocar títulos americanos em queda por ativos reais americanos. Imaginem que os outros sigam o exemplo americano, e coloquem legislações como as que vemos no Brasil, que limitem a venda de ativos para estrangeiros, ou até a total proibição.
A China é uma potência militar e econômica, e tudo indica que será mais ainda uma década lá na frente. E todas as vezes na história que uma potência econômica viu seus direitos de propriedade questionados houve tensão militar e geopolítica.
Imaginem os países ao redor da China como Coréia do Sul, Japão, Austrália, sem o poder americano para protegê-los e com um vizinho agressivo ao ver suas reservas de décadas se desvalorizando, uma situação doméstica precária causada pela perda de mercados e de reservas, e um boicote mundial à compra de ativos feita pela China.
Já pensaram o que aconteceria se as relações comerciais da China com os EUA esfriarem bastante por causa de barreiras comerciais? Digamos uns 5-10 anos lá pra frente. Aí eles não vão ter qualquer incentivo para comprar ou manter sua posição em títulos americanos. Eles já tem comprado outros ativos no mundo todo nos últimos anos, com grande preferência por ativos tangíveis.
Só que eles vão ter que converter rápido 2 tri $ de títulos americanos em outros ativos, principalmente ativos reais, para não levarem um calote americano ou dos outros que vão de embalo atrás da desvalorização. Estou projetando este cenário de beggar-thy-neighbour e de conflito entre os bancos centrais e os governos para uns anos na frente.
Aí imaginem a indignação americana ao ver a américa sendo comprada pelo governo da China, e o repeteco piorado da mesma coisa que aconteceu nos anos 80 com investidores japoneses comprando grandes marcas americanas.
Imaginem que os títulos americanos hoje são em grande parte lastreados por propriedades imobiliárias. Será que quem tem grande parte destes títulos não pode querer trocar pelo colateral sob risco de desvalorização?
Imaginem que políticos americanos façam qualquer coisa que impeça o governo da China de trocar títulos americanos em queda por ativos reais americanos. Imaginem que os outros sigam o exemplo americano, e coloquem legislações como as que vemos no Brasil, que limitem a venda de ativos para estrangeiros, ou até a total proibição.
A China é uma potência militar e econômica, e tudo indica que será mais ainda uma década lá na frente. E todas as vezes na história que uma potência econômica viu seus direitos de propriedade questionados houve tensão militar e geopolítica.
Imaginem os países ao redor da China como Coréia do Sul, Japão, Austrália, sem o poder americano para protegê-los e com um vizinho agressivo ao ver suas reservas de décadas se desvalorizando, uma situação doméstica precária causada pela perda de mercados e de reservas, e um boicote mundial à compra de ativos feita pela China.
25 de maio de 2010
Coréia do Sul afunda honra da República Democrática da Coréia do Norte
Em solidariedade com o pequeno irmão da Coréia do Norte e contra a agressão dos fantoches capitalistas da Coréia do Sul, que sem nenhuma evidência afundaram a honra da gloriosa República Democrática Norte-Coreana com seus ataques infundados, estamos publicando o endereço das notícias oficiais norte-coreanas, onde pode-se obter informações verdadeiramente confiáveis e acompanhar o dia-a-dia do grande pequeno líder, Kim Jong Il, farol radiante da nossa revolução.
http://www.kcna.co.jp/index-e.htm
Assinar:
Postagens (Atom)